Dica de filme: Meu nome é Khan

Hoje trago mais uma dica de filme e esse é sensacional! Meu nome é Khan. O título original é My Name is Khan and I’m not a terrorist ou Meu nome é Khan e eu não sou um terrorista, que é um nome bem mais completo e que fala muito sobre a história do filme.

Meu nome é Kahn é de 2010 e é um filme indiano, estrelado por Shahrukh Khan, que é “o rei de Bollywood”. Alguma coisa como Brad Pitt, sabe? Só que lá da Índia. E Kajol, que é outra super star pelos lados de lá faz par romântico com ele – ô mulher linda!!!

A história conta a vida de um homem com Síndrome de Asperger, que é um tipo de Autismo que é muçulmano, se casou com uma mulher hindu e moram no estados Unidos. E conta sobre a onda de preconceito contra muçulmanos no período pós 11 de setembro. É basicamente um compilado de histórias reais de muçulmanos que sofreram nos Estados Unidos na vida de um único personagem que é doente: Rizwan Kahn. Além da história de amor, lógico!

O filme é uma aula de humanidade, de amor e nos ensina muito sobre como a comunidade muçulmana ainda hoje sofre no mundo todo pelo preconceito incutido pela mídia e cultura norte-americana. Kahn é um cara incrível que passa muito perrengue simplesmente porque professa a mesma fé de um grupo de loucos que explodiu as torres gêmeas. Vale demais a pena ver e, se você for como eu, VAI CHORAR! Muito amor envolvido!!!

Para quem assina Netflix fica a dica porque tem lá!

Tentei encontrar um trailer com legendas, mas não deu. Então segue sem legenda mesmo!

 

Vocês gostam de filmes indianos? Todos os que vi até hoje (não foram muitos) eram ótimos e tô querendo ver mais!

Beijinho!

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Amor não é o suficiente

Amor não sustenta nenhum relacionamento. O que claramente mantém 2 pessoas juntas é a cumplicidade, o carinho, o respeito e a admiração. E isso você pode ter por pessoas com as quais se relaciona sem estar romanticamente envolvido. Porque quando quaisquer um desses elementos falta, acabamos percebendo que o que havia já não era mais amor. O amor, sozinho, não é capaz de nada.

Vocês podem estar se perguntando por que escolhi começar o texto assim, especialmente sabendo que em poucos dias o Dia dos Namorados vai chegar e tá todo mundo por aí escrevendo e pesquisando quais melhores presentes, quais opções criativas e não tão caras e etc. O fato é que o Dia dos Namorados é uma data tão comercial que pra mim não significa grande coisa. O que esse dia realmente tem de importante é que ele pode nos ajudar a repensar nossos relacionamentos, seja para melhorar ou até mesmo perceber que ele não mais corresponde às nossas expectativas.

Amor é lindo, realmente. Dizem que ele move o mundo. Eu discordo completamente, penso que o sexo e a raiva movem, infelizmente. Só que o amor é aquela semente que nos faz acreditar que as coisas terão jeito, que tudo é possível. Amor é importante!

Posso estar parecendo pessimista. Se você acha, por favor, tente compreender e pensar de maneira diferente. Desejo todo amor do mundo e relacionamentos maravilhosos para todos nós! Só gostaria de deixar uma pergunta muito pertinente: Você tem cuidado do seu amor ou está deixando as coisas acontecerem? O que espera para esse Dia dos Namorados?

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ASPA Spray-on

Conheci no EBSA desse ano a novidade da ASPA Cosméticos e tinha que compartilhar com vocês! São as linhas de esmaltes em spray, a Spray-On e a Mais Cor, meu amor.

Ao todo são 9 cores, todas muito fáceis e rápidos de aplicar. Para quem não tem muita paciência ou está com pressa, é uma ótima pedida. As grandes vantagens são o tempo e que ele é removido com água, mas como nem tudo são flores, o preço é bem salgadinho – varia de R$25,00 a R$30,00 cada cor e contém 55ml, e a durabilidade não é a mesma dos esmaltes comuns. Durou uns 3 dias.

Como eu não costumo usar muitas vezes a mesma cor, achei meio puxado e não sei se compraria, mas para quem curte, pode valer a pena sim. Você encontra com facilidade em farmácias, perfumarias ou no site da ASPA clicando aqui.

Cores disponíveis Spray-on:
butterfly
emotion
inspiration
mediterrâneo
luau
organic
stardust

Cores disponíveis Mais Cor meu amor:
casa comigo
encanto
jeans
mozinho
sonho de valsa

Fiz um vídeo bem rapidinho como se aplica o esmalte em spray. Clica aqui!

 

Aspa spray passo a passo

Espero que tenham gostado. Alguém aí já usou algum esmalte em spray?

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Dica de filme: Histórias Cruzadas (The Help)

Hoje venho dar a dica de um filme que todo mundo deveria assistir: Histórias Cruzadas (The Help).

Baseado no livro de mesmo nome de Kathryn Stockett, conta a história da vida de empegadas domésticas afro-americanas na cidade de Jackson, no Mississipi, nos anos 1960, auge dos movimentos por igualdade racial e direitos civis nos Estados Unidos. Na história Skeeter (Emma Stone), uma mulher branca fora dos padrões para a época (preparada para casar e ser dona de casa) quer ser jornalista e escrever um livro mostrando como é a realidade das mulheres negras em pleno período da Segregação Racial institucionalizada: sem direitos trabalhistas, sob constantes humilhações e sem quaisquer direitos que as resguardassem. O termo “Separados mas iguais” que vigorava no período é amplamente abordado na história, mostrando repetidamente como “pessoas de cor” eram tratadas, como por exemplo a proibição do uso do banheiro pelas empregadas.

O filme não é novo, foi produzido em 2011 sob a direção de Tate Taylor e conta com muita delicadeza especialmente a vida das empregadas Aibileen (Viola Davis) e Minny (Octavia Spencer), que resolvem se unir à Skeeter para contarem o que passam de bom e ruim. Há referências também ao Ku Klux Klan (KKK), um grupo de extrema-direita que pregava a supremacia branca e o protestantismo e usava da violência contra negros na década de 1960 no sul dos Estados Unidos.

Se você gosta de filmes com temática histórica e de se emocionar, assista! E leve lenço porque é para chorar! Além de divertido, inteligente e interessante, Histórias Cruzadas serve para nos lembrar o que não pode acontecer novamente.

Fiquem aqui com o trailer:

 

Espero que gostem!

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Quando é hora de seguir em frente: depressão

Todo mundo sabe que estou há muito e muito tempo sem postar no blog. Quem me acompanha sabe que tive um problema sério de saúde no meio do ano passado, que acabou resultando numa cirurgia na coluna em novembro. Mas não é sobre isso exatamente o que quero falar com vocês hoje; o que preciso compartilhar é que não “abandonei” simplesmente o blog, entrei em depressão. E é sobre esse assunto, tão sério, que venho papear com vocês.

Entre o primeiro sinal de perda de movimentos (perdi em parte da perna e pé esquerdo), dor lascinante e a cirurgia, foram 4 meses. 4 meses trancada dentro de casa à base de remédios, de inúmeros cuidados e sem conseguir ver um filme ou série, ler livros ou praticar qualquer atividade que requeresse um pouco de atenção. Os remédios eram para bloquear parte dos neurônios e, com isso, reduzir as dores. Por essa razão, como um dos efeitos colaterais, eu ficava bem letárgica, sem nenhuma atenção, foco e, por fim, muito triste. Tinha vergonha do que estava passando e acabei me afastando de amigos também.

Até o período da cirurgia efetivamente, sempre que pude produzi o máximo de material possível. Fiz vídeos, escrevi, fiz resenhas e o que meu corpo ainda permitia. Deu para levar por um tempo e, agendando, consegui suprir bem os meses até novembro, quando operei. A essa altura já estava diagnosticada com depressão, pois passava grande parte dos meus dias sem conseguir fazer nada e não conseguia compartilhar o que se passava comigo. Com exceção da minha família, as pessoas mais próximas, e meu namorado Gustavo, praticamente ninguém tinha noção de nada. E ainda teve engraçadinho me chamando de antissocial, antipática… Tudo bem, ninguém é obrigado a adivinhar, né? E mesmo os que sabiam, não tinham noção realmente do que estava ocorrendo comigo. A verdade é que 90% de quem eu conheço só ficou sabendo o que aconteceria (a cirurgia) poucos dias antes. E muitos outros apenas depois (o que inclui vocês, meus leitores).

Para mim a depressão veio com tudo: perdi o ânimo, a vontade de viver e o interesse pelas coisas, das mais simples às maiores. Meus sonhos, que eram muitos, sumiram. Viver já não era prioridade, apenas sobreviver. Entendem a diferença?

depressão oms

Depressão mata e atinge aproximadamente 1 a cada 5 pessoas no mundo. Só que, diferente do que a maioria pensa, não são os fatores externos que desencadeiam o quadro depressivo. A pessoa precisa já ter uma predisposição (genética, química, sei lá) para que o que poderia ser uma tristeza se transforme num transtorno real, numa doença tão grave que leva pessoas geniais e incríveis ao suicídio. Questões como a baixa auto-estima, ansiedade, stress, compulsões e medo podem ser indícios de que algo não está bem e a busca de auxílio profissional, seja através de psicólogos e/ou psiquiatras é essencial. E não me venha com papo de que psiquiatra é pra maluco porque todos temos nossas loucuras e todos buscam, no fundo, a mesma coisa: paz interior e felicidade.

Alguns dos sinais de depressão bastante comuns são (Fonte: Minha Vida):

  • Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia
  • Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas
  • Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis
  • Desinteresse, falta de motivação e apatia
  • Falta de vontade e indecisão
  • Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio
  • Pessimismo, idéias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte
  • Desejo de morrer ou mesmo planejar o suicídio
  • Interpretação distorcida e negativa da realidade
  • Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento
  • Diminuição do desempenho sexual e da libido
  • Perda ou aumento do apetite e do peso
  • Insônia ou dificuldade para dormir, acordar muito mais cedo do que seria comum ou o inverso: excesso de sono
  • Dores e outros sintomas físicos sem motivo aparente.

 

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Se você leu até aqui, primeiramente, muito obrigada. Obrigada porque tenho certeza que não ficará mais indiferente quando perceber que pessoas do seu meio podem estar doentes e talvez nem saibam. E também porque tenho esperança que, de alguma maneira, isso possa ajudar a reduzir o preconceito contra essa doença. Ah! E isso não tem nada a ver com falta de Deus não, hein!!!! Porque o que não falta é gente que joga culpa na (falta de) religião alheia para justificar uma doença que simplesmente não podemos controlar.

Meu caso? Pensei em suicídio, engordei ABSURDAMENTE, tenho variações entre insônia e um sono enorme, às vezes não quero sair da cama e AINDA não consegui voltar a me interessar por (praticamente) nada. Mas estou tentando e esse foi meu primeiro passo. Por isso peço paciência, pois a anuidade 2016-2017 está paga e a idéia é continuar com esse blog em funcionamento! É uma fase. Longa, mas uma fase que vai passar.

Estou com várias idéias de novidades pra gente! O ânimo vai vir, com certeza e em breve.

Beijinho carinhoso!

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